A principal diferença entre consórcio e financiamento está no custo do dinheiro. No financiamento, você paga juros compostos ao banco e, em prazos longos, é comum o valor total pago chegar a duas vezes o valor do bem. No consórcio, não há juros: existe a taxa de administração, diluída ao longo do plano.
Comparando o custo total
Imagine um crédito de R$ 100 mil para um carro. Em um financiamento veicular com as taxas de mercado, o custo total pode passar de R$ 170 mil ao longo de 60 meses. No consórcio, com taxa de administração em torno de 18% a 20% do crédito diluída no prazo, o total gira em torno de R$ 118 mil a R$ 120 mil. A diferença pode pagar o seguro e o IPVA por anos, ou virar o lance da próxima cota.
O que o financiamento tem de vantagem
- Imediatismo: o crédito é liberado logo após a aprovação, sem sorteios ou lances.
- Previsibilidade de início: você sabe exatamente quando terá o bem.
O que o consórcio tem de vantagem
- Custo total muito menor, sem juros compostos.
- Sem entrada obrigatória e com parcelas acessíveis.
- Possibilidade de acelerar a contemplação com lances, inclusive o lance embutido.
- Flexibilidade de uso do crédito: comprar veículo novo ou usado, trocar de carro ou quitar um financiamento mais caro.
- Disciplina de poupança: a parcela funciona como uma reserva forçada rumo ao objetivo.
Se você pode planejar, o consórcio quase sempre vence no custo. Se precisa do bem para ontem, o financiamento resolve, a um preço alto.
A estratégia que une os dois mundos
Muitos clientes da Lumo usam o consórcio como ferramenta de troca: contratam a cota, aceleram a contemplação com lances e, ao receber o crédito, quitam financiamentos caros ou negociam o bem à vista, o que ainda gera desconto na compra. Planejamento é o nome do jogo.
